
Todos os dias, vejo a minha rotina misturada na rotina dos outros.
Começando ao acordar, bato com a rotina dos meus pais, depois saio de casa e vejo as mesmas pessoas a fazerem o mesmo, as mães que levam os filhos a escola, os obreiros que vão chegando a obra, a senhora que está a abrir o quiosque, a senhora da bilheteira do metro, o motorista do metro, as pessoas que entram no metro, entre tantos milhares de pessoas com quem me cruzo todos os dias. Mesmo não gostando muito, sei que temos todos algo em comum, nem que seja o sono de ter acordado a pouco tempo e a pressa de chegar ao nosso destino.
No metro, olho para cada um e as olheiras de uns misturam-se com as cusquices das velhotas que acordam com a energia toda.
São tantas as pessoas com quem nos cruzamos todos os dias, e tantas são aquelas que vemos todos os dias e conhecemos-lhes apenas o rosto, não sabemos o nome, onde mora se tem família essas coisas que sabemos uns dos outros quando já nos conhecemos a algum tempo. Contudo são apenas pessoas, não queremos saber mais nada delas assim como elas também não se mostram assim muito interessadas.
É assim a nossa rotina todos os dias e quando pensamos que estamos fartos de tudo aquilo, e que cremos mudar, a única coisa que sabemos em relação as mudanças é que são secretas, incógnitas nunca sabemos o futuro e que tem em comum uma coisa que cremos mudar mas está sempre presente a rotina, a maldita rotina diária.
Começando ao acordar, bato com a rotina dos meus pais, depois saio de casa e vejo as mesmas pessoas a fazerem o mesmo, as mães que levam os filhos a escola, os obreiros que vão chegando a obra, a senhora que está a abrir o quiosque, a senhora da bilheteira do metro, o motorista do metro, as pessoas que entram no metro, entre tantos milhares de pessoas com quem me cruzo todos os dias. Mesmo não gostando muito, sei que temos todos algo em comum, nem que seja o sono de ter acordado a pouco tempo e a pressa de chegar ao nosso destino.
No metro, olho para cada um e as olheiras de uns misturam-se com as cusquices das velhotas que acordam com a energia toda.
São tantas as pessoas com quem nos cruzamos todos os dias, e tantas são aquelas que vemos todos os dias e conhecemos-lhes apenas o rosto, não sabemos o nome, onde mora se tem família essas coisas que sabemos uns dos outros quando já nos conhecemos a algum tempo. Contudo são apenas pessoas, não queremos saber mais nada delas assim como elas também não se mostram assim muito interessadas.
É assim a nossa rotina todos os dias e quando pensamos que estamos fartos de tudo aquilo, e que cremos mudar, a única coisa que sabemos em relação as mudanças é que são secretas, incógnitas nunca sabemos o futuro e que tem em comum uma coisa que cremos mudar mas está sempre presente a rotina, a maldita rotina diária.
Um comentário:
deixa lá babe todos embatemos com a rotina, não és o único!mas o que se há de fazer? a menos que ganhemos o euromilhões e nos tornemos nuns milionários excentricos, vai sempre ser assim!
Bem vindo ao mundo belogue ;)
beijo grande***
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